sábado, 17 de setembro de 2011

Marcelo Adnet - Fala sonhando que eu te escuto

O navio fantasma - II, Um piá de sorte


A postagem abaixo é do excelente blog do jornalista Luis Carlos Vaz http://velhaguardacarloskluwe.blogspot.com/ 

Vale a pena dar uma chegada lá e se deliciar com essa e outras histórias


Não é todo dia que

 a família pode ir à praia e...

encontrar um navio encalhado.
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Na postagem do dia 25 de maio de 2010, O navio Fantasma - A proeza do Djalma, narramos a história de um bageense que participou do resgate dos tripulantes do navio Altair, que encalhou na praia do Cassino, em Rio Grande. Contamos com o precioso auxílio do Miguel Sanchis, que nos relatou outros naufrágios e nos cedeu fotografias do seu site. Hoje publicamos um segundo relato, este do próprio Miguel, sobre o naufrágio de um outro navio que ele, ainda guri, teve a oportunidade rara de conferir alguns dias depois do acontecido. Como ele mesmo disse, coisa de um piá de sorte..
Antes da instalação de uma rede de faróis entre Torres e o Chuí, bem como o surgimento da navegação por GPS, o litoral gaúcho foi palco de incontáveis naufrágios. O vento “nordestão” e o “carpinteiro” agravavam a situação, fazendo da nossa costa uma verdadeira armadilha para a navegação. Estas características valeram ao nosso litoral, considerado um dos mais perigosos do mundo, o apelido de “cemitério de navios”. Umas das vítimas foi o navio “Mount Athos”, de 164 metros de comprimento. No dia 11.03.1967 o cargueiro grego, que transportava adubo para Rio Grande, foi acossado pelo vento e por fortes ondas.

Dia desses