quinta-feira, 20 de outubro de 2011
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Bióloga USP - Repórter ECO 16/10/2011
Mais uma matéria da amiga jornalista Cláudia Tavares
Via facebook : "Berta de Moretes é uma mulher admirável de 94 anos. Formada em História Natural, continua dando aulas na USP. Tem muito a nos ensinar, em vários sentidos. Adorei entrevistá-la. A matéria é do Repórter Eco, com edição da Mylene Parisi."
BAR LIBERDADE: TERRITÓRIO DO CHORINHO E SAMBA DE RAIZ
Foto: HFJ / DM
Sambista Jarbas Lazzari Destaca a urbana popular, Cultura
Por Carlos Cogoy *
Fronteira. Eis o viés antropológico, Conforme o sambista e comunicador Jarbas Lazzari, Opaco POSSIBILITA UMA compreensão sobre o bar e restaurante Liberdade - Rua Marechal Deodoro 753, EM Pelotas. Para Lazzari, o Território Congregação Tanto Universitários e classe Mídia, moradores da periferia Quanto. Frequentador Fazer bar, de 1997 à Época SITUADO à Rua General Neto, RecordA Que se tornou assíduo era AO POIs local o Único Que oferecia chorinho na Cidade. Pesquisador do Samba de Raiz, Jarbas Diz Que a Influência começou na Família. E que menciona, Criança, JA acompanhava Como rodas de Música com Parentes e Vizinhos. Suá Admiração POR Avendano e Regional, tornou-se amizade especial.
MÚSICA - Lazzari Diz Que atualmente JÁ Localidade: Não frequenta com tanta periodicidade. Porem, o das Noites lembra Opaco "desafiava" Avendano. QUANDO o músico tocava "Brasileirinho" Sem Cavaco, o sambista tratava de acompanhar o ritmo. Enquetes Gingado e Passos, faziam de Lazzari Mais UMA Atração Não "Liberdade". A Parceria se consolidou n'uma Música. E Jarbas orgulha-se AO FALAR da Música Feita POR Avendano. O instrumentista Compos "Sambista Jarbas Lazzari".
foto: Carlos Cogoy
Liberdade E Tema de Documentário
CULT - Uma nova Fase Fazer "Liberdade", provavelmente los decorrência da Expansão da UFPel, com Novos Cursos e Estudantes provenientes de Diferentes regiões Fazer País, JA PODE Ser considerada Como "cult". Para Lazzari, principalmente Como Sextas, o bar Atrai UMA Nova Geração. A Renovação E de suma importancia. No entanto, muitas Elemento Observação Que da Vezes, Os frequentadores o Estação interessados Mais los Falar Fazer que Ouvir e apreciar UMA boa Música.
CULTURA URBANA popular. Para Jarbas, o filme "O Liberdade" Valoriza a Qualidade de Artistas Como Avendano e Regional. Mas, Analisa Que o "Território Liberdade" dificilmente Sera, Será, será reconhecido e enaltecido Pela elite burguesa branca e Capitalista da Cidade.
Rádio - Aos domingos das 15h Como 16h30min, Lazzari Produz e apresenta o Programa "Samba e Liberdade", veiculado Pela Rádio COM 104.5. Em 2012, o Programa completará dez Anos.
FILME "O Liberdade" da Moviola, Temperatura Direção de Cintia Langie e Rafael Andreazza. O Liberdade FOI Financiado Pelo Fundo Municipal de Cultura de Pelotas (ProCultura) e Conta com Apoio cultural de A Vapor Estúdio, Abastecedora Ikoporã, Ksa Imobiliária, Modern Inglês Rio Grande, Cervejaria Devassa, Frigorífico Castro, Produtora In Cena e Theatro Guarany. Na estreia houve arrecadação de Alimentos Parágrafo OS Projetos Assistenciais da Irmã Assunta.
REGIONAL PREPARA CD DE CHORINHO
Avendano Jr cavaquinho Localidade: Não
O material de de ESTA Gravado ea Perspectiva E de CD, apresentando composições Opaco Pelotense Avendano Jr (71 anos). Mestre Localidade: Não cavaquinho, Ha 37 Anos Elemento toca nenhum bar e restaurante Liberdade. Pacato, educado, Avendano JÁ Seria Destaque Pela Simplicidade. A tranquila E Fala, OS Gestos pausados EO Sorriso fraterno. Se Cativa UMA doçura, o talento Como instrumentista repercute no país. NAS exímio Cordas, ESTA AO Ligado chorinho de OS Anos Sessenta. Hum. DOS protagonistas Fazer Documentário "O Liberdade" da Moviola Filmes, Elemento Temperatura inúmeras Histórias Parágrafo CONTAR. DESDE o Aprendizado, período com SEIS Horas de Ensaios Diários, COMEU UMA amizade com o genial Waldir Azevedo (1923/1980).
Descoberta - Profissionalmente, trabalhou com Atividades Administrativas. A Música, porem, ESTA Presente de uma infância. Na Família, lembra Avendano, Uma Mãe EO Irmão tocavam Instrumentos. Com UMA Descoberta Fazer chorinho, tratou de aprimorar a Técnica. Ele tinha Dúvidas los Relação AO cavaquinho. Atraves de Cartas começou o Contato com Waldir Azevedo. A amizade prosperou e, AO jornal Última Sessenta da Década, hospedou-se Durante UMA Semana na casa de Waldir Azevedo em Brasília. Em 1973, Waldir Azevedo gravou "assim traduzi você" de Avendano. O reconhecimento à Parceria também quando ocorreu, apos Três Anos Fazer falecimento de Azevedo, Avendano FOI UM dos Convidados Parágrafo Tocar na Homenagem realizada nenhuma Teatro Nacional.
AMIGOS - Na Trajetória de Avendano EO Regionais, gravação Fazer vinil "Falta você". FAIXAS Doze Com, o disco E Fazer Comeco dos Anos oitenta. Na Memória, Amigos Como Aloim e Toinha. Nas Sextas e Sábados à Noite, Tocando SEM Liberdade, alegria COM OS Novos amigos. Segundo Elemento, Ha UMA Nova Geração Admirando o chorinho. Tambem Frequentes São Como Visitas de Músicos de Diferentes Localidades Fazer País. Entre Os Amigos Ilustres, o violonista gaúcho Yamandu Costa.
* Carlos Cogoy E Jornalista, editor de "Cultura" do Jornal Diário da Manhã. Professor de Filosofia - Pelotas / RS.
E-mail: carloscogoy@uol.com.br
Texto publicado originalmente no Jornal Diário da Manhã de Pelotas e nenhum local http://www.3milenio.inf.br/114/_arte114b.htm
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Excelente reflexão de Marcelo Rubens Paiva
Link original do blog http://blogs.estadao.com.br/marcelo-rubens-paiva/
04.outubro.2011 15:02:33
O que aconteceu com RAFINHA BASTOS?
O que aconteceu com RAFINHA BASTOS?
Conheci o cara, meu vizinho, em palcos de stand-up, quando o gênero engatinhava.
Ele dividia bem as tarefas de entreter com DANILO GENTILI, MARCELO MANSFIELD, OSCAR FILHO e outros.
A produção do CQC fez um golaço quando o contratou para a bancada.
Regida pelo meu amigo e experiente MARCELO TAS.
Então, você conhece a cronologia dos eventos.
Estouro no TWITTER, reconhecimento do NYT, DVD entre os mais vendidos, teatros lotados.
Sucesso, ao ponto de ter o próprio teatro, numa Rua Augusta em alta.
E a mão começou a pesar na redação dos seus textos e dos 140 caracteres.
Piadas ofensivas, de mau gosto, rejeitadas amplamente.
O que causou um debate sobre os limites do humor.
Que se lembre, CHAPLIN nunca teve uma piada rejeitada.
Nem IRMÃOS MARX.
Nem 3 PATETAS.
Nem WOODY ALLEN.
Nem MONTY PYTHON.
Nem MILLOR, BARÃO DE ITARARÉ, JUO BANANERE.
Nem GLAUCO, ANGELI, LAERTE, ADÃO.
Nem CHICO ANYSIO.
Nem CASSETA & PLANETA.
Quem faz humor tem noção da fronteira.
RAFINHA perdeu.
Soberba?
Falta de background cultural ou político?
A desculpa da LIBERDADE DE EXPRESSÃO era uma afronta à História.
E o desdém contra o politicamente correto a munição que faltava.
Afastá-lo foi uma saída corajosa da BAND.
Sua conduta manchava o brilho do programa.
Na passeata PELA LIBERDADE, num domingo na Avenida Paulista, ouvi gritarem: “CQC, vai tomar no…” O que me surpreendeu, já que eu imaginava que o programa, com sua ironia política, seu combate à corrupção e descaso público, servisse de exemplo às novas gerações, especialmente aos militantes de causas diversas.
RAFINHA é vítima de uma era em que o meio é da mensagem.
Em que se tuitam as maiores bobagens, sem a censura de uma equipe ou de um editor.
Sem a ajuda de uma hierarquia jornalística, escola com que a maioria dos escritores aprendeu.
Na imprensa escrita, suas derrapadas jamais seriam publicadas.
Como na internet, redes sociais, blogs, somos nossos próprios patrões, cria-se o autor sem editor e controle, sem ética ou manuais de conduta empresarial.
Seu superego é seu dono.
A liberdade da rede pode se tornar danosa aos autores, que não trocam ideias em reuniões de pauta ou redações.
Para ele, a bancada de um programa aio vivo da TV aberta era seu twitter.
E pouco importava a voz da razão e o gosto da audiência.
Na matemática narcisista, quanto mais polêmica, mais seguidores.
Perdeu.
MÔNICA IOZZI foi uma ótima substituta, com sua risada maluca, sua cara distraída, seus olhos esbugalhados.
Além de possibilitar um contra peso às piadas machistas, criar jogo na guerra dos sexos, possibilitar a ironia feminina, abrir campo para o direito de resposta às provocações e cantadas dos colegas.
RAFINHA terá umas férias forçadas para repensar a vida.
E a discussão sobre os limites do humor amadurece.
