domingo, 23 de novembro de 2008

O idealista Amyr Klink


Zapiando pela TV, dia desses, deparei-me com a palestra do navegador Amyr Klink que todo ano viaja ao continente Antártico.
Disse ele:
- A pior viagem que fiz até hoje, foi quando levei os melhores profissionais. Não existe “ profissionalismo” quando se está no mar, enfrentando ondas de até 6 metros...
Pode-se encaixar esta ideia em qualquer atividade.
 É como ouvir do médico:
 -A cirurgia foi tecnicamente perfeita. Fizemos tudo o que estava ao nosso alcance, mas o paciente morreu... Pois se não queremos que o paciente morra, então é preciso fazer mais do que tecnicamente está ao nosso alcance e do que reza a cartilha. Que fique claro: não estou pregando aqui o “não profissionalismo”. Pelo contrário, o que estou tentando escrever - e o que Amyr Klink disse - é que em qualquer atividade é preciso mais do que o básico, é preciso doação. Resumindo: Ninguém quer trabalhar com “ o gênio”. Sabem por quê ? Ele não atende o telefone. “Claro, não é minha função, tem gente paga para isso. E se não tem, deveria ter...”, deve raciocinar o genial.

Um tesouro, não se recebe pronto


Tem uma passagem muito engraçada e ao mesmo tempo emocionante da palestra na qual Klink relata o calvário que enfrentou em levar, pela primeira vez à Península Antártica, os seus filhos e (pasmem!) dos amigos. Certo dia, para aplacar o ímpeto da gurizada dentro do barco, ele inventou de dizer que havia um tesouro escondido na Antártida ... Na verdade, em uma viagem anterior, Klink e os tripulantes, emocionados, decidiram colocar o que cada um tinha de mais valioso dentro de uma caixa e a enterraram em terra firme... As crianças ficaram hipnotizadas com a idéia e passaram a comer, beber e falar sobre o tal tesouro. Novo “calvário”: encontrar o local onde foi enterrado o “tesouro”, uma vez que o local, naquela época do ano estava tomado pelo gelo. Depois de dias procurando, através de um GPS, finalmente ele encontrou o local... Com apenas uma pequena pá, as mãos em carne viva e os moleques o infernizando dia e noite, ele passou dias sem parar escavando vários metros de gelo. Mas a surpresa veio no final. Após enfrentar todo o tipo de provação, finalmente, ele chegava até o tão sonhado tesouro. Ao abrir a caixa, as crianças emudeceram. Timidamente, uma criança ainda perguntou: - Tio, isso aí é que é o tesouro ? “ Maldidos desenhos animados. Depois de tudo isso, esses filhas da mãe não esboçam nenhuma reação... por qual razão essas crianças tiveram essa reação? ”, pensou. E depois de algum tempo, ele e a esposa chegaram a uma conclusão. Visivelmente emocionado, Klink encerrou a palestra com a resposta: - Aquele não era o tesouro delas. Um tesouro, não é alguma coisa que se recebe pronto, é algo que se constrói... Assim, as crianças fizeram o seu tesouro. Além de pertences, escreveram uma carta, que está enterrada lá. Mas a lição que nós tiramos é essa: não espere nada pronto de ninguém. Nem o governo, nem ninguém, vai resolver o nosso problema. Um País é alguma coisa que se constrói... Tem uma passagem muito engraçada e ao mesmo tempo emocionante da palestra na qual Klink relata o calvário que enfrentou em levar, pela primeira vez à Península Antártica, os seus filhos e (pasmem!) dos amigos. Certo dia, para aplacar o ímpeto da gurizada dentro do barco, ele inventou de dizer que havia um tesouro escondido na Antártida ... Na verdade, em uma viagem anterior, Klink e os tripulantes, emocionados, decidiram colocar o que cada um tinha de mais valioso dentro de uma caixa e a enterraram em terra firme... As crianças ficaram hipnotizadas com a idéia e passaram a comer, beber e falar sobre o tal tesouro. Novo “calvário”: encontrar o local onde foi enterrado o “tesouro”, uma vez que o local, naquela época do ano estava tomado pelo gelo. Depois de dias procurando, através de um GPS, finalmente ele encontrou o local... Com apenas uma pequena pá, as mãos em carne viva e os moleques o infernizando dia e noite, ele passou dias sem parar escavando vários metros de gelo. Mas a surpresa veio no final. Após enfrentar todo o tipo de provação, finalmente, ele chegava até o tão sonhado tesouro. Ao abrir a caixa, as crianças emudeceram. Timidamente, uma criança ainda perguntou: - Tio, isso aí é que é o tesouro ? “ Maldidos desenhos animados. Depois de tudo isso, esses filhas da mãe não esboçam nenhuma reação... por qual razão essas crianças tiveram essa reação? ”, pensou. E depois de algum tempo, ele e a esposa chegaram a uma conclusão. Visivelmente emocionado, Klink encerrou a palestra com a resposta: - Aquele não era o tesouro delas. Um tesouro, não é alguma coisa que se recebe pronto, é algo que se constrói... Assim, as crianças fizeram o seu tesouro. Além de pertences, escreveram uma carta, que está enterrada lá. Mas a lição que nós tiramos é essa: não espere nada pronto de ninguém. Nem o governo, nem ninguém, vai resolver o nosso problema. Um País é alguma coisa que se constrói...

PianOrquestra esteve em Pelotas, mas poucos viram


Levei meu filho Gabriel ao Teatro Sete de Abril, sexta, 19 de outubro, para assistir ao PianOrquestra. Um espetáculo instrumental inusitado, desenvolvido por cinco pessoas a partir de um piano que, além de suas habituais funções, é explorado de diversas e criativas maneiras, simulando sons de outros instrumentos de corda e percussivos. O piano é, inclusive, tocado simultaneamente a dez mãos. (22.10.07)

Foi sensacional! Gostaria de ter dividido com os amigos esta oportunidade rara de ver um espetáculo para se guardar na memória por longos anos. Como não pude, deixo aqui a url, é só colocar o link na memória e colar:
http://www.youtube.com/watch?v=xrhRe2EWL_I
Dá para comprar o DVD e saber mais sobre o grupo aqui: http://www.pianorquestra.com.br/
Em tempo: Havia na platéia alguma coisa como no máximo 50 pessoas. Algo lamentável...para uma cidade com universidades...etc e tal...
Dá para comprar o DVD e saber mais sobre o grupo aqui: http://www.pianorquestra.com.br/Em tempo: Havia na platéia alguma coisa como no máximo 50 pessoas. Algo lamentável...para uma cidade com universidades...etc e tal...

DICA: NOS HORIZONTES DE LEILA PINHEIRO

"Nos horizontes do mundo”A semana que passou foi de descoberta. Para quem não torce o nariz para a Bossa Nova, a dica é comprar um vinhozinho chileno, juntar boa companhia e assistir ao último DVD ao vivo de Leila Pinheiro. É simplesmente demais! Pena que não é acústico, e ao invés de baixo, um violoncelo ao estilo Jaques Morelenbaum. O texto a seguir eu editei da internet:O segundo DVD da artista foi gravado ao vivo em agosto de 2006 no Teatro do Sesc Pinheiros, em São Paulo. Lançados pela gravadora Biscoito Fino, o CD traz 18 canções em 14 faixas e o DVD, feito em parceria com o Canal Brasil, apresenta o show completo, com 23 canções e um texto da escritora Adélia Prado, divididos 21 faixas. Nos extras, o DVD traz o vídeo-clipe de “Hoje” (Leila Pinheiro e Renato Russo), making of e galeria de fotos. “Nos horizontes do mundo ao vivo” é o primeiro projeto que leva a marca da Tacacá Music, selo da artista, aqui parceira dessas duas empresas. Fique atento para a interpretação da música do Marcelo Yuka- Rappa. A música sempre passou batida, mas na voz de Leila Pinheiro...só ouvindo...

Minha Alma (A Paz Que Eu Nao Quero)
O Rappa Composição: Marcelo Yukaa

minha alma está armada e apontada para a carado sossego (sego)
pois paz sem voz não é paz é medo (medo) às vezes eu falo com a vida
às vezes é ela quem diz qual a paz que eu não quero conservar para tentar ser feliz as grades do condomínio são para trazer proteção mas também trazem a dúvida se não é você que está nessa prisão me abrace e me dê um beijo faça um filho comigo mas não me deixe sentar na poltrona no dia de domingo procurando novas drogas de aluguel nesse vídeo coagido pela paz que eu não
quero seguir admitindo

A Vida é Bela, Pero No Mucho

Dia desses conversando aqui na editora com o colega Sérgio, pai de dois adolescentes, disse que me sentia, em relação à educação de meu filho de 4 anos,como o personagem de Roberto Benigni no filme "A Vida é Bela" . Para quem não viu, o filme é ambientado na Segunda Guerra Mundial e trata do esforço de um pai (Roberto Benigni) em não deixar que seu filho seja " contaminado" pelo espírito da guerra. Os dois, pai e filho, vão parar num campo de concentração... Lá, Benigni faz de tudo para que seu filho não perceba o que está ocorrendo, inventa até um joguinho e diz que tudo não passa de uma grande brincadeira. Pois bem, em nossas divagações concluímos que vivemos num " campo de concentração invisível". Será que não existe um toque de recolher velado à noite? A paisagem urbana incorporou as grades e as cercas elétricas, muito semelhantes a uma guerra. Queria ouvir de um especialista qual o limite que uma criança pode ficar exposta a esta atmosfera de guerra e barbárie que tomou conta de nosso cotidiano de forma invisível.

O que fazemos!

A Editora Enfoque atua há 15 anos na área de comunicação social, em vários municípios da Zona Sul do RS e na capital do Estado. Compromissada com a ética profissional, ao longo dos anos vem formando parcerias de sucesso com várias instituições.O menu oferecido compreende a edição de jornais e revistas (impressão, planejamento e design gráfico, reportagem, redação, revisão, edição e diagramação), edição de livros, assessoria de imprensa (elaboração de matérias para a imprensa e contatos com os meios de comunicação), edição de página para internet ( layout, manutenção e atualização de notícias) e de boletins on line e confecção de material para campanhas, folderes, cartazes , entre outros.

Dia desses