
Zapiando pela TV, dia desses, deparei-me com a palestra do navegador Amyr Klink que todo ano viaja ao continente Antártico.
Disse ele:
- A pior viagem que fiz até hoje, foi quando levei os melhores profissionais. Não existe “ profissionalismo” quando se está no mar, enfrentando ondas de até 6 metros...
Pode-se encaixar esta ideia em qualquer atividade.
É como ouvir do médico:
-A cirurgia foi tecnicamente perfeita. Fizemos tudo o que estava ao nosso alcance, mas o paciente morreu... Pois se não queremos que o paciente morra, então é preciso fazer mais do que tecnicamente está ao nosso alcance e do que reza a cartilha. Que fique claro: não estou pregando aqui o “não profissionalismo”. Pelo contrário, o que estou tentando escrever - e o que Amyr Klink disse - é que em qualquer atividade é preciso mais do que o básico, é preciso doação. Resumindo: Ninguém quer trabalhar com “ o gênio”. Sabem por quê ? Ele não atende o telefone. “Claro, não é minha função, tem gente paga para isso. E se não tem, deveria ter...”, deve raciocinar o genial.
Disse ele:
- A pior viagem que fiz até hoje, foi quando levei os melhores profissionais. Não existe “ profissionalismo” quando se está no mar, enfrentando ondas de até 6 metros...
Pode-se encaixar esta ideia em qualquer atividade.
É como ouvir do médico:
-A cirurgia foi tecnicamente perfeita. Fizemos tudo o que estava ao nosso alcance, mas o paciente morreu... Pois se não queremos que o paciente morra, então é preciso fazer mais do que tecnicamente está ao nosso alcance e do que reza a cartilha. Que fique claro: não estou pregando aqui o “não profissionalismo”. Pelo contrário, o que estou tentando escrever - e o que Amyr Klink disse - é que em qualquer atividade é preciso mais do que o básico, é preciso doação. Resumindo: Ninguém quer trabalhar com “ o gênio”. Sabem por quê ? Ele não atende o telefone. “Claro, não é minha função, tem gente paga para isso. E se não tem, deveria ter...”, deve raciocinar o genial.




